| Saída em bicicleta Terra Alta: Nonaspe - Arnes - Tortosa
Nos juntamos ao grupo na estação de trem de Nonaspe onde começamos o passeio organizado por Albert (Gata e amics de la bici). Seguimos até Batea onde paramos para conhecer o povoado, as pequenas ruas, a igreja... Aproveitamos para uma pequena merenda antes do almoço. Continuamos o passeio até Caseres. Paramos algumas vezes, para arrumar a correia da bicicleta de uma companheira. Depois para olhar o mapa, estávamos um pouco perdidos. Como havia muita subida meu joelho começou a doer um pouco. Já havia doído no final do último passeio. Assim que chegamos em Caseres começou a chover, fizemos então um longo almoço com vinho e um café antes de partir. O caminho era bonito, com árvores frutíferas, muitas amendoeiras. Eu já não aproveitava muito o passeio meu joelho doía muito, não conseguia mover mais. Como ia devagar me afastei do grupo que parou para saber o que passava. Neste momento vi que não conseguia continuar, o joelho esquerdo não movia, não dobrava a perna. Faltavam ainda uns 20km. Seguimos até o povoado mais perto Arens de Lledó. Parecia uma cidade fantasma, não havia ninguém nas ruas. Dois companheiros (Albert e Juanjo) foram buscar um possível táxi para me levar ao refúgio onde dormiríamos. Voltaram com a boa notícia que conseguiram o táxi, chegaria em alguns minutos pois teria que vir de outra cidade. Quando vi o carro chegando minha felicidade foi grande, não conseguia mexer o joelho mais. Desmontamos a bicicleta e o taxista me levou a Arnes onde esperei o grupo que chegou um pouco mais tarde. Albert e Juanjo haviam ido a um outro povoado buscar uma farmácia para comprar antiinflamatório para mim. Em Arnes e Arens de Lledo não havia farmácia aberta.
Amanheci bem, mas a primeira subida para sair do povoado decidi carregar a bicicleta. Depois continuei pedalando. O começo foi tranqüilo, não doía muito, mas quanto mais pedalava aumentava a dor e as vezes me parava a perda, não conseguia mover, mesmo se quisesse. Em uma das subidas Albert me guinchou. Foi com a bicicleta a meu lado e eu agarrei em seu ombro, sem que eu pedalasse, seguimos. Sentia-me super mal pois não sou pequena, bem ao contrário, sou grande e puxar o meu peso na bicicleta devia ser muito difícil.
Quanto eu já
não agüentava mais de dor, faltava uns 30km, que desespero.
Olhava o contador de quilometragem da bicicleta a cada 2 minutos e não
mudava muito, estava indo muito devagar. Como usava somente a perna
direita para fazer a força, esta começou a doer também,
no mesmo lugar, na lateral do Cheguei. Não
sei como. E agradeço muito a todos do grupo que tiveram uma paciência
enorme em ter que me esperar todo o tempo, já que eu atrasei
o passeio em umas boas horas.(25-26-27 abril 2003) Veja mais fotos de Bici Terra Alta: Nonaspe - Arnes - Tortosa |
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