| Jericoacoara
No meu primeiro dia acordei cedo para
caminhar na praia, não havia quase ninguém. Encontrei,
por acaso, Marcelo (paulista que tinha conhecido na jardineira) e contratamos
um guia, Nilson, para fazer uma caminhada até a pedra furada.
No caminho paramos para ver uma piscina em forma de peixe, tomamos banho
eu outra piscina no meio das pedras e visitamos cavernas até
chegarmos à pedra furada, cartão postal de Jericoacoara.
A volta foi pelo topo das dunas para podermos ter uma vista geral da
zona e de toda a cidade. À tarde ficamos comendo peixe, tomando
sucos, cerveja e banhos de mar.
A primeira parada foi a Lagoa Azul. Uma lagoa de água doce de um azul esverdeado lindo. O lugar era de uma tranqüilidade total. A segunda, foi a Lagoa do Paraíso que é um pouco maior e com mais infra-estrutura para o turismo. Ali ficamos até o final da tarde, quando voltamos a Jeri. No terceiro dia queria fazer passeio
de barco, mas não foi possível porque não tinha
o número mínimo de pessoas para o barco sair. Éramos
somente dois. Fiquei, então, na sombra de um barraquinha que
vende água de coco conversando com o pessoal local: um paulista
que viaja há anos pelas praias brasileiras fazendo bijuterias,
um carioca professor de windsurf, um cearense que faz passeios com 4x4,
alguns guias e umas mulheres que moram em uma vila perto e trabalham
fazendo crochê. Foi uma ótima maneira de conhecer a região.
Depois passei boas horas da tarde vendo o pessoal fazer windsurf. Havia muito estrangeiro, disseram que ali estavam os melhores do mundo treinando para um campeonato internacional que acontecerá em Jeri. No final da tarde, é hora da capoeira.
Os melhores se juntam para praticar, outros fazem aulas. A praia fica
linda com as cores amarelas do pôr do sol e grupos praticando
capoeira. Adorei Jericoacoara, se não fosse tão longe
de Fortaleza, seria meu lugar escolhido para morar quando voltasse pro
Brasil. Veja mais fotos de Jericoacoara
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