Arte
em Paris
O
bom de visitar uma cidade conhecida é não ter que
conhecer os lugares turísticos básicos. Aproveitei
Paris para ir a alguns museus de arte. Comecei pelo Pompidou
Centre. Vi uma exposição sobre Roland Barthes.
Mostravam seus livros, seus hobbies, seu carro, vídeos
com entrevistas, áudios... O fato de ver uma grande área
do museu com uma exposição sobre ele fez com que
o sentíssemos como um gênio. O que na minha opinião
não era para tanto.
Como
era o mês da fotografia em Paris, visitei as exposições
da Maison
Européenne de la Photographie. Uma exposições
sobre fotografia de moda, outra de um cubano chamado Carlos
Garaicoa e um especial da revista sul-africana Drum.
Já
tinha visitado Paris duas vezes, mas sempre no verão. Agora
era inverno, muito frio, cinza. A cidade tinha um ar nostálgico,
era a Paris dos grandes fotógrafos do começo do
século XX.
No
jornal, li que o grupo de dança brasileiro, O Corpo,
estava se apresentando no Theatre des Champs Elysees. Como adoro
o trabalho deles, não pude perder. Fui assistir e adorei.
Para
mim Paris é arte. Em 99, vivi um mês na cidade para
fazer aulas de francês e todo dia ia a um museu diferente.
O que me chamava a atenção é que sempre havia
um museu ou galeria para visitar. Caminhei por lugares que foram
rotina naquela época. Ver lojas pelo Châtelet, posters
na rua, livros na Shakespeare & Co., caminhar pelo Jardin
des Tuleries e Champs Elysees.
Nestes
5 dias também visitei exposições na Lanterna
Mágica, no Musee
dArt Moderne de la Ville de Paris, Fondation
Cartier pour l'Art Contemporain. Fui a um congresso sobre
estética da comunicação e net.art. Tive uma
overdose de arte, e isto me faz muito bem.. (03.12.02)
Veja
mais fotos de Paris
no álbum.
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